Combustível: Contrabando ‘força’ Sonangol a reabrir distribuidora na RDC este ano

A petrolífera revelou ao Novo Jornal que o tráfico de combustíveis é «um facto inegável» que forçou a instituição a equacionar, no seu plano de expansão de negócios, a reabertura da sucursal na vizinha República Democrática do Congo (RDC).

A Sonangol vai reabrir, ainda este ano, a sua Joint Venture na República Democrática do Congo (RDC), a Sonangol Congo, que se dedicava à comercialização de combustíveis e lubrificantes naquele país limítrofe.

Em causa, está o elevado nível de contrabando de combustível na fronteira entre os dois países, confidenciaram à imprensa fontes do topo da hierarquia da petrolífera nacional.

Os interlocutores relataram ao nosso semanário que esta foi uma das estratégias encontradas pelo grupo Sonangol para acabar com o tráfico de combustível, já que há défice na fiscalização ao longo da fronteira entre o município do Soyo, na província do Zaire, com vários canais fluviais e ilhas habitadas ao longo do curso do rio Zaire, e a localidade congolesa de Mwanda, que facilitam o tráfico de combustível, que constitui uma grande preocupação para as autoridades nacionais.

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